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Impostos e eficiência da máquina pública - Vítor Wilher
Não há em nosso país uma cultura pela
eficiência da máquina pública, condição necessária para termos uma menor
carga tributária.
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Honduras está isolada em em crise - Mair Pena Neto
Um golpe de Estado não se apaga da história.
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Nem sempre "é assim mesmo" - Cláudio Lessa
É a tal “escrita”, da qual ninguém arreda pé e acha que é
infalível.
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Sem ajustes, faltará ao sucessor folga fiscal e financeira... - Antônio Machado
Limites ao crescimento
insinuam as reformas que já estão sendo pensadas para depois de 2010
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Ensino Técnico para inclusão social - Germano Rigotto
Formar profissionais é uma exigência que não pode mais
ficar adstrita ao ensino superior.
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Segunda-feira, 6 de setembro de 2010. |
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| OPINIÃO
Ensino Técnico para inclusão social - Germano Rigotto
Ensino Técnico para inclusão social
O ensino técnico é daqueles mantras sempre presentes nas discussões políticas do Brasil. Entretanto, o investimento na área é desproporcional à sua importância estratégica para a nação. Além disso, não há um esforço de continuidade para as políticas públicas que esparsamente são criadas nessa direção.
Alguns avanços têm ocorrido nos últimos anos, mas ainda há muitas lacunas a serem preenchidas no mercado de trabalho. Basta ver as filas de empregos e as listas de demandas. Não são poucas as empresas com dificuldade para suprir vagas que exigem até mesmo habilidades manuais, sem grande densidade teórica.
Tal situação mostra que a educação brasileira precisa definitivamente incorporar um contorno mais utilitarista. Isso não significa desprezar as matérias tradicionais, tampouco os métodos pedagógicos já consagrados. Cabe ao Estado transmitir o conhecimento de maneira horizontal, para despertar consciência crítica e um pensar abrangente para o estudante.
Todavia, essa obrigação em nada se opõe a um viés educacional mais vertical, que alcance, ao lado do conteúdo formal, uma formação técnico-profissional a quem está no banco escolar. Muitos especialistas, a propósito, reconhecem a viabilidade da articulação entre esses dois enfoques.
Formar profissionais é uma exigência que não pode mais ficar adstrita ao ensino superior. O Brasil precisa de uma política que dê conta da formação continuada de trabalhadores, com tarefas tanto para governos quanto para empresas e organizações sindicais. O ensino médio deve preparar profissionalmente jovens que entram em idade economicamente ativa. E a educação como um todo não pode mais ignorar as possibilidades da tecnologia.
A realidade social do País exige essa adaptação em favor do ensino profissionalizante. Outras nações já perceberam isso com mais antecedência, e se deram muito bem na aposta feita. Nossas escolas técnicas, igualmente, testemunham o sucesso desse receituário. Agora é a vez de o Brasil colocar – definitiva, concreta e fortemente – a educação a serviço da geração de emprego e renda, especialmente para os que mais precisam.
Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social www.germanorigotto.com.br
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Federação e candidatos - José Celso de Macedo Soares
Na campanha presidencial, os candidatos tendem a esquecer uma coisa: o Brasil é uma federação.
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Ceitil de respeito - Bruno Peron
Os debates cronometrados de candidatos a cargos
executivos nas eleições vindouras no Brasil mostram que poucos têm
propostas sólidas e viáveis.
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Governo Lula: herança - José Celso de Macedo Soares
No momento em que se avizinha a eleição presidencial, seria
interessante apresentar o legado deste governo.
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Entre partidos nanicos e pequenos partidos - Bruno Lima Rocha
Quase sempre o neologismo político brasileiro é depreciativo.
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